quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Esquizofrenia IV
Podem ser utilizadas algumas técnicas relativas à abordagem Cognitivo-Comportamental para a manutenção das dificuldades do sujeito, tais como:
Psicoeducação de Familiares
Estratégias de Coping que gerem alivio de sintomas
Adesão à medicação
Modificação de Pensamentos Automáticos
Modificar Crenças
Trabalhar a Auto-estima e a Ansiedade
Competencias Sociais
Treino de Relaxamento
Prevenção de Recaidas
Ao nivel da psicofarmacologia são utilizados essencialmente os Antipsicóticos, como os Atipicos, Fenotiazinas, Butirofenonas entre outros.
Psicoeducação de Familiares
Estratégias de Coping que gerem alivio de sintomas
Adesão à medicação
Modificação de Pensamentos Automáticos
Modificar Crenças
Trabalhar a Auto-estima e a Ansiedade
Competencias Sociais
Treino de Relaxamento
Prevenção de Recaidas
Ao nivel da psicofarmacologia são utilizados essencialmente os Antipsicóticos, como os Atipicos, Fenotiazinas, Butirofenonas entre outros.
Esquizofrenia III


Dentro desta psicopatologia podemos salientar 3 tipos de categorias, a Desorganizada ou Hebefrénica (referente ao pensamento, alucinações e delirios), a Catónica (dificuldades motoras) e a Paranóide (carácter persecutório).
No que diz respeito aos aspectos cerebrais os dados mais consistentes remetem para as áreas limbicas (sistema emocional)e o cortéx pré frontal (pensamento abstracto e criativo, tomada de decisão).
Esquizofrenia II
Ao nível desta perturbação psicológica podem ser agrupados sintomas positivos e negativos.
Os sintomas positivos caracterizam-se por excessivos (alucinações, delirios e diversos outros comportamentos bizarros) e englobam a Fala Desorganizada, a Actividade Delirante, a Passividade Somática, a Inserção, Roubo, Divulgação de Pensamentos e a Imposição de Sentimentos, de Actos de Vontade e de Impulsos.
Estas caracteristicas obrigam o cérebro a produzir(sons, vozes)estando, desta forma, activo. É devido a este facto que são cosiderados sintomas positivos e factores de Bom Progonóstico para o sujeito.
Os sintomas negativos dizem rspeitos aos défices existentes no sujeito, tais como a Alogia, Anedonia, o Embotamento Afectivo e a Apatia.
Estes sintomas "atrofiam" o cérebro e impedem o relacionamento com o mundo exterior ao sujeito, sendo considerados de Mau Progonóstico.
Existem ainda os Sintomas Cognitivos que revelam as dificuldades ao nivel da Percepção, Atenção, Memória entre outras funções cognitivas.
Os sintomas positivos caracterizam-se por excessivos (alucinações, delirios e diversos outros comportamentos bizarros) e englobam a Fala Desorganizada, a Actividade Delirante, a Passividade Somática, a Inserção, Roubo, Divulgação de Pensamentos e a Imposição de Sentimentos, de Actos de Vontade e de Impulsos.
Estas caracteristicas obrigam o cérebro a produzir(sons, vozes)estando, desta forma, activo. É devido a este facto que são cosiderados sintomas positivos e factores de Bom Progonóstico para o sujeito.
Os sintomas negativos dizem rspeitos aos défices existentes no sujeito, tais como a Alogia, Anedonia, o Embotamento Afectivo e a Apatia.
Estes sintomas "atrofiam" o cérebro e impedem o relacionamento com o mundo exterior ao sujeito, sendo considerados de Mau Progonóstico.
Existem ainda os Sintomas Cognitivos que revelam as dificuldades ao nivel da Percepção, Atenção, Memória entre outras funções cognitivas.
Esquizofrenia
Este perturbação psicológica é considerada uma Psicose Desintegrativa, ou seja, caracteriza-se por uma cisão da mente e uma dissociação da percepção, pensamento, comportamento, humor e contacto com a realidade.
A. Sintomas Característicos: Pelo menos dois dos seguintes, cada um presente por um espaço significativo de tempo durante um período de um mês (ou menos, caso tratado com êxito):
(1) delírios
(2) alucinações
(3) fala desorganizada (ex., descarrilhamento freqüente ou incoerência)
(4) comportamento totalmente desorganizado ou catatônico
(5) sintomas negativos, ou seja, embotamento afetivo, alogia ou avolição
B. Disfunção Ocupacional/Social: Durante um espaço significativo de tempo, desde o início do distúrbio, uma ou mais áreas principais de funcionamento como trabalho, relações interpessoais ou auto-cuidado encontram-se significativamente abaixo do nível atingido antes do início (ou quando o início ocorre na infância ou na adolescência, fracasso em atingir o nível esperado de desempenho interpessoal, acadêmico ou ocupacional).
C. Duração: Sinais contínuos do distúrbio persistem no mínimo durante seis meses. Este período de seis meses deve incluir pelo menos um mês com os sintomas que satisfazem o critério A (ou seja, sintomas da fase ativa) e podem incluir períodos prodrômicos e/ou residuais quando o critério A não é plenamente satisfeito. Durante esses períodos, os sinais do distúrbio podem ser manifestados por sintomas negativos ou por dois ou mais sintomas listados no critério A presentes em uma forma atenuada (ex., a duração total dos períodos ativo e residual).
D. Distúrbio esquizoafetivo e Distúrbio de Humor com Características Psicóticas foram descartados devido a: (1) nenhum episódio significativo depressivo ou maníaco ocorreu simultaneamente com os sintomas da fase ativa; ou (2) se episódios de humor ocorreram durante o episódio psicótico, sua duração total foi breve em relação à duração do episódio psicótico (ou seja, à duração total dos períodos ativo e residual).
E. Exclusão de Substância/Condição clínica geral: O distúrbio não é devido a efeitos fisiológicos diretos de uma substância (ex., uma droga de abuso, uma medicação) ou uma condição clínica geral.
F. Relacionamento a um Distúrbio Global do Desenvolvimento: Se há uma história de Distúrbio Autístico ou um Distúrbio Global do Desenvolvimento, o diagnóstico adicional de Esquizofrenia é estabelecido apenas se delírios ou alucinações proeminentes também encontram-se presentes durante pelo menos um mês (ou menos, caso o tratamento tenha êxito).
A. Sintomas Característicos: Pelo menos dois dos seguintes, cada um presente por um espaço significativo de tempo durante um período de um mês (ou menos, caso tratado com êxito):
(1) delírios
(2) alucinações
(3) fala desorganizada (ex., descarrilhamento freqüente ou incoerência)
(4) comportamento totalmente desorganizado ou catatônico
(5) sintomas negativos, ou seja, embotamento afetivo, alogia ou avolição
B. Disfunção Ocupacional/Social: Durante um espaço significativo de tempo, desde o início do distúrbio, uma ou mais áreas principais de funcionamento como trabalho, relações interpessoais ou auto-cuidado encontram-se significativamente abaixo do nível atingido antes do início (ou quando o início ocorre na infância ou na adolescência, fracasso em atingir o nível esperado de desempenho interpessoal, acadêmico ou ocupacional).
C. Duração: Sinais contínuos do distúrbio persistem no mínimo durante seis meses. Este período de seis meses deve incluir pelo menos um mês com os sintomas que satisfazem o critério A (ou seja, sintomas da fase ativa) e podem incluir períodos prodrômicos e/ou residuais quando o critério A não é plenamente satisfeito. Durante esses períodos, os sinais do distúrbio podem ser manifestados por sintomas negativos ou por dois ou mais sintomas listados no critério A presentes em uma forma atenuada (ex., a duração total dos períodos ativo e residual).
D. Distúrbio esquizoafetivo e Distúrbio de Humor com Características Psicóticas foram descartados devido a: (1) nenhum episódio significativo depressivo ou maníaco ocorreu simultaneamente com os sintomas da fase ativa; ou (2) se episódios de humor ocorreram durante o episódio psicótico, sua duração total foi breve em relação à duração do episódio psicótico (ou seja, à duração total dos períodos ativo e residual).
E. Exclusão de Substância/Condição clínica geral: O distúrbio não é devido a efeitos fisiológicos diretos de uma substância (ex., uma droga de abuso, uma medicação) ou uma condição clínica geral.
F. Relacionamento a um Distúrbio Global do Desenvolvimento: Se há uma história de Distúrbio Autístico ou um Distúrbio Global do Desenvolvimento, o diagnóstico adicional de Esquizofrenia é estabelecido apenas se delírios ou alucinações proeminentes também encontram-se presentes durante pelo menos um mês (ou menos, caso o tratamento tenha êxito).
Distonia
Hospital de São João sempre muito à frente!
O Hospital de S. João, no Porto, tem realizado, pela primeira vez, ao longo da semana, implantes de neuroestimuladores recarregáveis em doentes com distonia.
A cirurgia consiste em colocar no cérebro um neuroestimulador que vai controlar as contracções musculares involuntárias que caracterizam a doença.
Só não percebo porque é que os hospitais de Lisboa não se dedicam a estes experimentos e técnicas...É a capital, mas neste caso os tripeiros vencem sempre...
Distonia é a congelação dos movimentos durante uma acção, devido a contracções musculares involuntárias, lentas e repetitivas. Significa uma paragem brusca de movimento que pode conduzir a posições anormais e movimentos de torção de todo o corpo ou de algumas partes. É considerada uma doença do Sistema Nervoso.
O Hospital de S. João, no Porto, tem realizado, pela primeira vez, ao longo da semana, implantes de neuroestimuladores recarregáveis em doentes com distonia.
A cirurgia consiste em colocar no cérebro um neuroestimulador que vai controlar as contracções musculares involuntárias que caracterizam a doença.
Só não percebo porque é que os hospitais de Lisboa não se dedicam a estes experimentos e técnicas...É a capital, mas neste caso os tripeiros vencem sempre...
Distonia é a congelação dos movimentos durante uma acção, devido a contracções musculares involuntárias, lentas e repetitivas. Significa uma paragem brusca de movimento que pode conduzir a posições anormais e movimentos de torção de todo o corpo ou de algumas partes. É considerada uma doença do Sistema Nervoso.
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